Pretérito mais-que-perfeito
Pretérito mais-que-perfeito é um tempo verbal que expressa um fato passado em relação a outro fato passado, ou seja, há duas ações ocorridas no passado, mas uma ocorre antes da outra.
Pretérito mais-que-perfeito é um tempo verbal que indica um acontecimento passado. Ele serve para expressar um fato passado em relação a outro fato passado. Por exemplo, na frase “Ele gritou quando o fantasma aparecera”, o grito ocorre após a aparição, mas ambos os fatos acontecem no passado. No modo indicativo, esse tempo verbal apresenta uma forma simples (“aparecera”) e uma forma composta (“tinha aparecido”). Já no modo subjuntivo, o qual expressa dúvida ou hipótese, o pretérito mais-que-perfeito só apresenta a forma composta, portanto: “Se o fantasma tivesse aparecido, ele teria gritado”.
Leia também: Formas nominais do verbo — infinitivo, gerúndio e particípio
Resumo sobre pretérito mais-que-perfeito
- Pretérito mais-que-perfeito é um tempo verbal que expressa um acontecimento passado.
- O pretérito mais-que-perfeito do indicativo é usado para expressar:
- fato passado em relação a outro fato passado: “Sorri quando ela chegara”.
- O pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo é usado para expressar:
- fato passado em relação a outro fato passado, mas de forma incerta ou hipotética: “Se ela tivesse chegado, eu teria sorrido”.
- Verbos regulares e irregulares no pretérito mais-que-perfeito do indicativo recebem as desinências “-ra” ou “-re”: “eu cantara”, “vós cantáreis” etc.
- A forma composta do pretérito mais-que-perfeito do indicativo é formada por:
- verbo “ter” ou “haver” no pretérito imperfeito do indicativo mais verbo principal no particípio: “eu tinha cantado”, “eu havia cantado”...
- Verbos no pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo apresentam-se apenas na forma composta por:
- verbo “ter” ou “haver” no pretérito imperfeito do subjuntivo mais verbo principal no particípio: “eu tivesse cantado, “eu houvesse cantado”...
O que é o pretérito mais-que-perfeito?
O pretérito mais-que-perfeito é um tempo verbal que indica o passado do passado. A palavra “pretérito” e a palavra “passado” são a mesma coisa. Então, quando falamos que um verbo está no tempo pretérito, estamos falando de uma ação, estado ou fenômeno natural que já ocorreu.
Observe a frase:
Meu pai chegou.
O verbo “chegou” está no passado, ou no pretérito perfeito do indicativo. Mas, como dissemos há pouco, o pretérito mais-que-perfeito é o passado do passado. Para explicar isso, veja a seguinte frase com uma ação que ocorreu antes da ação de “chegar” expressa na frase acima:
Eu já fizera o dever de casa quando meu pai chegou.
Veja que “fizera” é um verbo no pretérito mais-que-perfeito e indica um fato passado em relação a outro fato passado (a ação de chegar). Você percebeu? Fazer o dever de casa aconteceu antes de o pai chegar. Mas ambas as ações ocorreram no passado.
Leia mais frases com pretérito mais-que-perfeito:
Meu irmão já comera todo o bolo quando acordei.
(o irmão comeu o bolo antes do enunciador acordar)
Quis abrir a porta, mas perdera a chave.
(alguém perdeu a chave antes de querer abrir a porta)
Finalmente, terminei o exercício que a professora pedira para a gente fazer.
(a professora pediu que fizessem o exercício antes do enunciador terminar de fazê-lo)
Falei para o professor que eu lera o livro todinho.
(o enunciador leu o livro antes de falar que leu)
Não dormiu porque assistira a um filme de terror.
(o enunciador assistiu ao filme antes de não dormir)
Cada frase acima apresenta duas ações ocorridas no passado. Porém, uma delas ocorre antes da outra, e isso é indicado pelo uso do pretérito mais-que-perfeito.
Veja também: Chego ou chegado, trago ou trazido?
Pretérito mais-que-perfeito do indicativo
Os tempos verbais apontam o momento em que alguma coisa aconteceu (pretérito), acontece (presente) ou acontecerá (futuro). Mas, além do momento, é preciso considerar também o modo verbal ou a forma de o enunciador expressar a frase, o que revela a atitude dele em relação ao fato expresso. Os verbos no modo indicativo expressam certeza em relação ao fato expresso.
Podemos dizer, por exemplo:
Ana conheceu o Carlinhos, e ficaram grandes amigos.
OU
Se Ana conhecesse o Carlinhos, ficariam grandes amigos.
Na primeira frase, o verbo expressa a certeza de que Ana conheceu o Carlinhos. Mas na segunda, expressa uma hipótese, uma possibilidade. Então, na primeira frase, o verbo está no modo indicativo.
O pretérito mais-que-perfeito do indicativo pode estar na forma simples, quando o verbo apresenta apenas uma palavra:
Ela sorrira muito.
Ele disse que não comprara a caneta.
Ela ligou para mim para avisar que perdera o avião.
Nós entendemos que você fizera tudo para nos ajudar.
Ou na forma composta, quando apresenta locução verbal (duas ou mais palavras que, juntas, exercem função de verbo). No caso do pretérito mais-que-perfeito do indicativo, ela é formada por:
verbo auxiliar “ter” ou “haver”
(conjugado no pretérito imperfeito do indicativo)
+
verbo principal no particípio
(o particípio regular apresenta terminação “-ado” ou “-ido”).
Ela tinha sorrido muito.
Ele disse que não havia comprado a caneta.
Ela ligou para mim para avisar que tinha perdido o avião.
Nós entendemos que você havia feito tudo para nos ajudar.
Veja um exemplo das duas formas no quadro abaixo.
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PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO DO INDICATIVO |
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SIMPLES |
COMPOSTO |
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Eu sorrira Tu sorriras Ele ou ela sorrira Nós sorríramos Vós sorríreis Eles ou elas sorriram |
Eu tinha sorrido Tu tinhas sorrido Ele ou ela tinha sorrido Nós tínhamos sorrido Vós tínheis sorrido Eles ou elas tinham sorrido |
Eu havia sorrido Tu havias sorrido Ele ou ela havia sorrido Nós havíamos sorrido Vós havíeis sorrido Eles ou elas haviam sorrido |
Observação: Sabemos que o particípio regular termina em “-ado” ou “-ido”, certo? Pois também existe particípio irregular, o qual não segue uma regra. É o caso do particípio do verbo “fazer”, que é “feito” e não “fazido”.
Pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo
Os verbos no modo subjuntivo, expressam incerteza, dúvida, possibilidade em relação ao fato expresso. Podemos dizer, por exemplo:
Gilson conhecia o Kléber e confiava nele.
OU
Se Gilson conhecesse o Kléber, confiaria nele.
No primeiro exemplo, o verbo expressa a certeza de que Gilson conhecia o Kléber. Porém, no segundo, há uma hipótese, o verbo expressa uma possibilidade, portanto, está no modo subjuntivo.
O pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo só ocorre na forma composta, ou seja, apresenta locução verbal formada por:
verbo auxiliar “ter” ou “haver”
(conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo)
+
verbo principal no particípio
(o particípio regular apresenta terminação “-ado” ou “-ido”)
Se Gilson tivesse conhecido o Kléber, confiaria nele.
Eu pensei que você tivesse comprado a caneta.
Embora você houvesse feito tudo para me ajudar, não consegui fazer o gol.
Teria sido bom se ela não tivesse perdido o avião.
Embora você houvesse feito tudo para me ajudar, não consegui fazer o gol.
Veja outro exemplo no quadro abaixo:
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PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO DO SUBJUNTIVO |
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COMPOSTO |
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[se] Eu tivesse sorrido [se] Tu tivesses sorrido [se] Ele ou ela tivesse sorrido [se] Nós tivéssemos sorrido [se] Vós tivésseis sorrido [se] Eles ou elas tivessem sorrido |
[se] Eu houvesse sorrido [se] Tu houvesses sorrido [se] Ele ou ela houvesse sorrido [se] Nós houvéssemos sorrido [se] Vós houvésseis sorrido [se] Eles ou elas houvessem sorrido |
Conjugação do pretérito mais-que-perfeito
→ Pretérito mais-que-perfeito do INDICATIVO
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Conjugação de verbos regulares
Chamamos de verbo regular aquele que segue um modelo ou um padrão na hora de conjugar. Por exemplo, a conjugação dos verbos “brincar” e “estudar”, no presente do indicativo, segue um modelo: eu brinco/estudo; tu brincas/estudas; ele ou ela brinca/estuda; nós brincamos/estudamos; vós brincais/estudais; eles ou elas brincam/estudam.
A parte do verbo que se repete (brinc- de “brincar” e estud- de “estudar”) é chamada de radical. Já o tema é a palavra formada pelo radical mais uma vogal. Por exemplo, “brinca” e “estuda” são temas.
Para conjugar verbo regular no pretérito mais-que-perfeito do indicativo, após o radical ou o tema, você precisa acrescentar uma destas terminações (desinências): -RA ou -RE.
Veja alguns exemplos a seguir:
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Eu brincara Tu brincaras Ele ou ela brincara Nós brincáramos Vós brincáreis Eles ou elas brincaram |
Eu correra Tu correras Ele ou ela correra Nós corrêramos Vós corrêreis Eles ou elas correram |
Eu subira Tu subiras Ele ou ela subira Nós subíramos Vós subíreis Eles ou elas subiram |
Assim, na segunda pessoa do plural “vós”, a desinência do verbo é “-re”. Mas as outras pessoas do verbo apresentam desinência “-ra”. Portanto, isso indica que o verbo está no pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
Observação: “-s”, “-mos”, “-is” e “-m” são desinências número-pessoais. Esse tipo de desinência aponta a pessoa e o número (singular ou plural).
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Conjugação de verbos irregulares
O verbo irregular é o oposto do regular. O regular repete o radical, enquanto o verbo irregular não repete o radical. No entanto, as desinências que indicam o pretérito mais-que-perfeito do indicativo são as mesmas do verbo regular.
Por exemplo, veja a conjugação do verbo irregular SER e do verbo TER no pretérito mais-que-perfeito do indicativo:
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SER |
TER |
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Eu fora Tu foras Ele ou ela fora Nós fôramos Vós fôreis Eles ou elas foram |
Eu tivera Tu tiveras Ele ou ela tivera Nós tivéramos Vós tivéreis Eles ou elas tiveram |
Quanto à forma composta do pretérito mais-que-perfeito do indicativo, ela é formada por:
verbo auxiliar “ter” ou “haver”
(conjugado no pretérito imperfeito do indicativo)
+
verbo principal no particípio
(o particípio regular apresenta terminação “-ado” ou “-ido”)
Veja mais exemplos:
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Eu tinha brincado Tu tinhas brincado Ele ou ela tinha brincado Nós tínhamos brincado Vós tínheis brincado Eles ou elas tinham brincado |
Eu havia brincado Tu havias brincado Ele ou ela havia brincado Nós havíamos brincado Vós havíeis brincado Eles ou elas haviam brincado |
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Eu tinha corrido Tu tinhas corrido Ele ou ela tinha corrido Nós tínhamos corrido Vós tínheis corrido Eles ou elas tinham corrido |
Eu havia corrido Tu havias corrido Ele ou ela havia corrido Nós havíamos corrido Vós havíeis corrido Eles ou elas haviam corrido |
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Eu tinha subido Tu tinhas subido Ele ou ela tinha subido Nós tínhamos subido Vós tínheis subido Eles ou elas tinham subido |
Eu havia subido Tu havias subido Ele ou ela havia subido Nós havíamos subido Vós havíeis subido Eles ou elas haviam subido |
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Eu tinha sido Tu tinhas sido Ele ou ela tinha sido Nós tínhamos sido Vós tínheis sido Eles ou elas tinham sido |
Eu havia sido Tu havias sido Ele ou ela havia sido Nós havíamos sido Vós havíeis sido Eles ou elas haviam sido |
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Eu tinha tido Tu tinhas tido Ele ou ela tinha tido Nós tínhamos tido Vós tínheis tido Eles ou elas tinham tido |
Eu havia tido Tu havias tido Ele ou ela havia tido Nós havíamos tido Vós havíeis tido Eles ou elas haviam tido |
→ Pretérito mais-que-perfeito do SUBJUNTIVO
O pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo apresenta apenas a forma composta por:
verbo auxiliar “ter” ou “haver”
(conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo)
+
verbo principal no particípio
(o particípio regular apresenta terminação “-ado” ou “-ido”)
Veja os exemplos:
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[se] Eu tivesse brincado [se] Tu tivesses brincado [se] Ele ou ela tivesse brincado [se] Nós tivéssemos brincado [se] Vós tivésseis brincado [se] Eles ou elas tivessem brincado |
[se] Eu houvesse brincado [se] Tu houvesses brincado [se] Ele ou ela houvesse brincado [se] Nós houvéssemos brincado [se] Vós houvésseis brincado [se] Eles ou elas houvessem brincado |
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[se] Eu tivesse corrido [se] Tu tivesses corrido [se] Ele ou ela tivesse corrido [se] Nós tivéssemos corrido [se] Vós tivésseis corrido [se] Eles ou elas tivessem corrido |
[se] Eu houvesse corrido [se] Tu houvesses corrido [se] Ele ou ela houvesse corrido [se] Nós houvéssemos corrido [se] Vós houvésseis corrido [se] Eles ou elas houvessem corrido |
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[se] Eu tivesse subido [se] Tu tivesses subido [se] Ele ou ela tivesse subido [se] Nós tivéssemos subido [se] Vós tivésseis subido [se] Eles ou elas tivessem subido |
[se] Eu houvesse subido [se] Tu houvesses subido [se] Ele ou ela houvesse subido [se] Nós houvéssemos subido [se] Vós houvésseis subido [se] Eles ou elas houvessem subido |
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[se] Eu tivesse sido [se] Tu tivesses sido [se] Ele ou ela tivesse sido [se] Nós tivéssemos sido [se] Vós tivésseis sido [se] Eles ou elas tivessem sido |
[se] Eu houvesse sido [se] Tu houvesses sido [se] Ele ou ela houvesse sido [se] Nós houvéssemos sido [se] Vós houvésseis sido [se] Eles ou elas houvessem sido |
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[se] Eu tivesse tido [se] Tu tivesses tido [se] Ele ou ela tivesse tido [se] Nós tivéssemos tido [se] Vós tivésseis tido [se] Eles ou elas tivessem tido |
[se] Eu houvesse tido [se] Tu houvesses tido [se] Ele ou ela houvesse tido [se] Nós houvéssemos tido [se] Vós houvésseis tido [se] Eles ou elas houvessem tido |
Quando é usado o pretérito mais-que-perfeito?
Você deve usar o pretérito mais-que-perfeito do indicativo para indicar um fato passado em relação a outro fato passado, mas de forma a expressar certeza em sua declaração:
Quando bateu o sinal, eu já acabara a prova.
Quando bateu o sinal, eu já tinha acabado a prova.
Você deve usar o pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo para indicar um fato passado em relação a outro fato passado, mas de forma a expressar incerteza, dúvida ou possibilidade em relação à sua declaração:
Se eu tivesse acabado a prova, teria tirado total.
Se eu houvesse acabado a prova, teria tirado total.
Diferenças entre pretérito mais-que-perfeito, perfeito e imperfeito
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Pretérito mais-que-perfeito
Usado para expressar fato passado em relação a outro fato passado (certo ou incerto/hipotético).
Lembrei que eu sonhara muito na última noite.
Se eu tivesse sonhado muito, eu lembraria.
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Pretérito perfeito
Usado para expressar fato já ocorrido e concluído (perfeito do indicativo):
Eu sonhei muito.
Ou para expressar fato passado, mas incerto ou hipotético (perfeito do subjuntivo):
Espero que tenha sonhado muito à noite.
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Pretérito imperfeito
Usado para expressar fato passado contínuo ou habitual (imperfeito do indicativo):
Ele sonhava muito.
Ou para expressar uma condição ou uma hipótese (imperfeito do subjuntivo):
Se eu não sonhasse muito, tudo seria muito chato.
Saiba mais: Como conjugar verbos no futuro do subjuntivo
Exercícios resolvidos sobre pretérito mais-que-perfeito
Questão 1
Preencha a lacuna com o verbo entre parênteses, conjugado no pretérito mais-que-perfeito simples:
1- Quando cheguei em casa, o jogo já __________. (começar)
2- A professora explicou-nos por que __________ ontem. (faltar)
3- Meu pai comprou a bicicleta que eu __________ na semana passada. (pedir)
4- Tito __________ uma carta para Papai Noel, mas o presente não chegou. (escrever)
A sequência correta de preenchimento das lacunas é:
A) começou, faltou, pediu, escreveu.
B) começara, faltara, pedira, escrevera.
C) começava, faltava, pedia, escrevia.
D) começaria, faltaria, pediria, escreveria.
E) começará, faltará, pedirá, escreverá.
Resolução: B.
O preenchimento correto das lacunas é: “Quando cheguei em casa, o jogo já começara”; “A professora explicou-nos por que faltara ontem”; “Meu pai comprou a bicicleta que eu pedira na semana passada”; e “Tito escrevera uma carta para Papai Noel, mas o presente não chegou”.
Questão 2
Qual das frases abaixo apresenta verbo no pretérito mais-que-perfeito?
1- O show tinha acabado quando minha mãe me ligou.
2- Contamos para todos que tínhamos visto um OVNI.
3- Vilminha, fico triste que seu gato tenha desaparecido.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
A) 1 apenas.
B) 2 apenas.
C) 3 apenas.
D) 1 e 2 apenas.
E) 1, 2 e 3.
Resolução: D.
Apresentam pretérito mais-que-perfeito do indicativo as frases: “O show tinha acabado quando minha mãe me ligou” e “Contamos para todos que tínhamos visto um OVNI”. Já na frase “Vilminha, fico triste que seu gato tenha desaparecido”, temos verbo no pretérito perfeito do subjuntivo.
Fontes
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 40. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2024.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 49. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2020.
CIPRO NETO, Pasquale; INFANTE, Ulisses. Gramática da língua portuguesa. 3. ed. São Paulo: Scipione, 2008.
NICOLA, José de; INFANTE, Ulisses. Gramática contemporânea da língua portuguesa. 15. ed. São Paulo: Scipione, 1999.